Tecnologia e saúde: pandemia leva startups a desenvolverem produtos contra covid-19

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Tecnologia e saúde: pandemia leva startups a desenvolverem produtos contra covid-19
Foto: Folha Vitoria

É um fato que a chegada da pandemia em todo o mundo afetou de alguma forma a maior parte das empresas. No entanto, há casos em que foi possível rever as oportunidades e antecipar suas tecnologias. Assim, foi possível abordar de forma mais abrangência um setor de atuação antes inexplorado. Este é o caso de algumas startups que encontraram em meio a crise, novos formatos de dinâmica e projeto desenvolvendo produtos contra covid-19. Tudo isso com o apoio e incentivo da Criatec. Saiba mais sobre a matéria retirada da Folha Vitoria lendo a matéria abaixo.

A pandemia por consequência da Covid-19 fez com que várias startups (empresas emergentes), apoiadas pelo fundo Criatec do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), adaptassem suas linhas de produção para o combate ao vírus. Isso resultou com que empresas desenvolvessem produtos contra covid-19.

Em um desses casos, por exemplo, temos a Cliever, que produz impressoras 3D em Belo Horizonte (MG), notou a movimentação do mercado de impressão 3D. A iniciativa tem tomado diferentes lugares do Brasil e fora dele na fabricação de equipamentos individuais de proteção (EPIs). Com isso, a marca notou oportunidades de negócios. Assim, tomando todas as medidas de segurança para a linha de produção, retomou seus serviços dentro desse nicho.

Como a Compass também desenvolveu produtos contra covid-19

Além deste, a Compass, especializada na fabricação de aparelhos ortodônticos, do tipo alinhadores transparentes a partir de tecnologia de impressão 3D, teve sua indústria afetada por consequência da pandemia.

Em vista da enorme redução da demanda, a empresa buscou novos formatos. Por exemplo, como seria possível aproveitar a capacidade produtiva e direcioná-la para fabricar itens bastante úteis neste momento. Neste sentido, a solução foi direcionar a capacidade ociosa para ajudar no combate ao vírus.

Isto é, foram produzidos produtos que poderiam ser usados nessa linha. Como a produção de cotonetes estéreis, que auxilia na avaliação da descoberta da doença. O produto possui o diferencial único de não ter algodão na ponta. Mas sim uma coleta feita em uma rede que a própria impressora gera com a resina plástica.

Reforçando novos formatos para a criação de produtos contra covid-19

Além disso, a Compass também tem trabalhando com produção de máscaras de proteção facial. Bem como a Nanox, também startup. Esta, no entanto, fornecedora de tecnologia baseada em nanopartículas de prata para revestimento bactericida e antivial.

A empresa possui um produto único que elimina bactérias e fungos com potencial antiviral. Em torno disso, a Elka notou oportunidade de parceria e, hoje, as duas marcas vem trabalhando em parceria para vender máscaras N95. O modelo é produzido com base de borrachas utilizadas na confecção de toucas de natação, que além de úteis, também são fungicidas e bactericidas.

Criatec como incentivo e investimentos

Em uma avaliação feita por representantes da BNDES, é extremamente gratificante que marcas startups estejam recebendo investimentos dos fundos Criatec para ajudar no combate ao Covid-19.

Os fundos da série Criatec são de investimento em participações em micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) inovadoras. Estas, nos quais a BNDES Participações (BNDESPar), subsidiária de participações societárias do banco, investe juntamente com outros parceiros, em sua maioria bancos de desenvolvimento regionais.

Para conhecer melhor os projetos e se aprofundar no trabalho que essas startups citadas têm disseminado, acesse Folha Vitoria e leia a matéria original.

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