Financiamento para pesquisa de materiais inovadores

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Financiamento para pesquisa de materiais inovadores
Foto: Pexels

Embrapii credencia 11 novas unidades de pesquisa em universidades federais com o aporte de R$ 30 milhões em projetos de inovação para indústria nacional, com destaque para a área de materiais poliméricos. A matéria é retirada do site Arandanet. Confira abaixo os demais detalhes!

Onze grupos de pesquisas estabelecidos em universidades federais, em todo País, serão credenciados como novas unidades da rede Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial). Eles terão cerca de R$ 30 milhões para investir em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em financiamento para pesquisa de materiais inovadores. Nesse sentido, o propósito é atender a demandas do setor industrial.

A princípio, os projetos serão desenvolvidos em diversas áreas, dentre elas materiais avançados, polímeros e nanomateriais. A parceria tem o objetivo de atrair empresas pelo conhecimento existente e pela capacidade de geração de soluções tecnológicas das novas unidades. Seja como for, a meta é gerar 175 projetos e R$ 100 milhões em investimentos de inovação, valor alcançável pela soma da contrapartida financeira de empresas e os recursos não financeiros da unidade (como mão de obra, equipamentos de ponta entre outros) ao montante já definido pela Embrapii.

Ainda assim, segundo o diretor-presidente da instituição, Jorge Guimarães, cada unidade credenciada assegura à indústria que aquele centro de pesquisa pode atuar como sua unidade de P&D ou complementar as atividades do centro que a empresa já possua. As 11 novas unidades estão distribuídas em universidades federais nos estados de MG, RS, SP, CE, GO, AL e PE.

Novas unidades de financiamento para pesquisa de materiais inovadores

No estado de São Paulo estão três novas unidades com expertise em materiais. Destas, como a unidade em “Materiais e Processos Sustentáveis” da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que desenvolverá projetos na área de materiais avançados. Neste caso, o foco será em processos e produtos inovadores, sustentáveis e funcionais. A unidade de “Materiais Poliméricos e Funcionais” da Universidade Federal do ABC (UFABC), que atuará no desenvolvimento de polímeros funcionais e no aprimoramento de superfícies funcionais. E, enfim, a unidade de “Materiais Avançados e Nanomateriais” da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), que oferecerá ao setor produtivo a experiência na área de materiais poliméricos e nanomateriais.

Além disso, o estímulo de interação entre o setor produtivo e os centros acadêmicos, o credenciamento de unidades também planeja a capacitação de profissionais. Quer saber mais? Confira o conteúdo completo e original através do site da Arandanet.

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