Startup paulista de nanotecnologia cria máscara impermeável contra coronavírus

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Máscara reutilizável, lavável e feita com material antimicrobiano é feita pela startup paulista de nanotecnologia Nanox. A marca, em parceria com a Elka, encontrou um novo formato de fazer negócios. A ideia é colaborar para o combate ao coronavírus, segundo o Jornal Cruzeiro. Saiba mais lendo a matéria abaixo.

Antes de mais nada, contribuir com inovação e tecnologia foi a forma que a startup paulista de nanotecnologia, a Nanox, encontrou para ajudar no combate à pandemia causada pelo novo coronavírus. A príncipio, a ação ocorreu em parceria com a indústria de brinquedos Elka. As empresas desenvolveram juntas uma máscara reutilizável, que pode ser lavada com sabão, feita com material antimicrobiano.

A Nanox, de São Carlos (SP), é a criadora e fornecedora do material, um polímero flexível com micropartículas à base de prata. A máscara, por exemplo, ainda tem um filtro. Em outras palavras, o mesmo utilizado na máscara PFF2, que filtra microorganismos e partículas não biológicas. Esta é a única parte do equipamento que deve ser descartado após o uso.

Inicialmente, a produção é voltada para profissionais da área da saúde, pois a máscara foi classificada como um EPI — equipamento de proteção individual. A Elka, que tem fábrica em São Paulo, será a responsável pela produção. Ainda assim, cerca de 10% dos itens fabricados serão doados para instituições de saúde.

Leia mais: Tecnologia e saúde: pandemia leva startups a desenvolverem produtos contra covid-19

As iniciativas da startup paulista de nanotecnologia e seus negócios

A união das empresas para a fabricação da máscara surgiu a partir de um parceiro em comum da Nanox e da Elka na cidade de Boston, nos Estados Unidos, local em que a startup tem uma operação. Das primeiras conversas ao protótipo final da máscara — batizada de Oto — foram cerca de 40 dias. A produção foi iniciada no dia 15 de maio, com projeção de fabricação de 5 mil a 6 mil máscaras por dia. De acordo com o sócio e CEO da Nanox, o químico Gustavo Simões, 70 mil unidades já foram vendidas antes mesmo do início da produção. Pedidos podem ser feitos no site da máscara.

Saiba mais detalhes sobre o produto e suas origens através da matéria original do Jornal Cruzeiro.

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