Economia Circular x Economia Linear: adotando novas medidas no dia a dia

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A princípio, você conhece a economia linear e a diferença dela com o atual assunto mais falado que é a economia circular? Por mais que a economia linear não seja retratada de maneira direta, você a conhece do seu dia a dia. Isto é, quando utiliza uma embalagem, ou mesmo garrafas de vidro ou produtos em geral, e o descarta nos lixos orgânicos.

A partir daí, esse produto é tratado de forma irregular, como meros resíduos que, por muitas vezes, são úteis para outros meios de reutilização. Em resumo, a economia linear é uma forma de organização da sociedade em que um produto é extraído de recursos naturais, em seguida, descartados.

Dessa maneira, a economia gira em torno da quantidade de extração e produção, e infelizmente, os recursos um dia acabarão. Em contrapartida, o mundo tem entendido esse propósito e reformulado sua maneira de criar e recriar, desta vez, com a economia circular.

A diferença de economia linear e economia circular

A longo prazo os limites planetários terão chegado a um nível insustentável de manutenção da economia linear, segundo a ECycle.

Esse formato, hoje considerado ultrapassado, a longo prazo contribui para o esgotamento acelerado, além da destruição do meio ambiente. Quando, por sua vez, a economia circular pode ser definida como regenerativa e restaurativa.

Neste cenário, o princípio da reutilização é presente na maior parte do tempo. Isso inclui manter os produtos, componentes e materiais, sem precisar desfrutá-lo desde o início de criação da matéria-prima.

Em suma, a linear projeta os itens sem análise do destino, levando a má utilização e a posterior dificuldade na separação desses resíduos; quanto a circular preza a reutilização destes, estendendo a vida útil do produto, com consciência de consumo dos recursos naturais.

No todo, a economia circular garante maior segurança em prol da consciência ambiental e social. Enquanto isso, a linear favoreceu a ideia de estudos que, no entanto, precisam de urgência para reformar hábitos de consumo.

Leia mais: Economia Circular: bons exemplos vêm dos campos.

Quando nasceu a economia circular

A princípio, a solução é capaz de reduzir os impactos ambientais através da reciclagem e reabsorção do material. Definido como o oposto da economia linear, a economia circular surgiu ainda na década de 70, ganhando visibilidade primeiramente na Europa.

Na época, a iniciativa partia de restaurar e inovar materiais. A temática efetivaria o crescimento econômico e a intensificação do consumo de recursos. Visto isso, a economia circular é prevista das seguintes formas:

  • Redução;
  • Reutilização;
  • Recuperação;
  • Reciclagem de materiais;
  • Sinergia entre ecossistemas naturais e reabsorção.

Ou seja, o conceito circular é a proposta de um modelo econômico que coordena os sistemas de produção e consumo de forma dinâmica e efetiva. No final, essa concepção defende o valor de recursos, para que estes possam ser mantidos e utilizados por mais tempo.

Os principais objetivos da economia circular

Podemos enxergar este formato de maneira que o material seja a economia. Isto é, quando pensarmos no produto como ele é, não como sujeira e embalagem simplesmente descartável, o mundo terá novas tendências.

Isso parte do pressuposto de marcas, empresas e pessoas. Afinal, isso mudará a maneira como consumimos. O principal objetivo, – bem como se torna um dentre todos os desafios dessa nova economia – é de encontrar caminho para geração de valor econômico.

“Mas já não é valor o que foi apresentado até aqui?” Sim e não. Isto porque enquanto os sistemas naturais vivos são reabilitados, ainda existem pessoas que não entendem a economia circular como um referencial.

E no todo, o maior objetivo é a geração de lucros, a geração de oportunidades econômicas desperdiçadas e, claro, desenvolver ainda mais as iniciativas para que este modelo lidere o topo da cadeia de grandes, médias e pequenas indústrias.

Por fim, inovação é o princípio.

Leia mais: Soluções de mercado e inovações tecnológicas com o Inova Plastic.

Como muda a maneira que consumimos

Primeiramente, a Economia Circular se inspira na natureza para fechar o ciclo. Isto faz com que se tenha a modificação dos produtos do design, até o uso pelo consumidor final.

Nesse sentido, a economia circular muda a maneira que grandes empresas e consumidores pensam e interagem entre os recursos naturais e os produtos.

Essa premissa faz com que, por exemplo, não trabalhemos com ideais de resíduos, mas sim, usemos continuamente determinado produto até um novo ciclo.

O que inclui o ciclo produtivo, e nos torna cada vez mais cuidadosos quanto o meio ambiente e a escolha dos nossos produtos. Até mesmo porque, o conceito circular não diz respeito apenas à reciclagem, mas também o retorno da matéria prima para o ambiente.

Pois pensando a fundo, isto é, nada mais, nada menos do que uma matéria prima fora do lugar. Uma vez que, o retorno desse conteúdo será para os próprios usuários, e assim continuamente.

Plástico não é o vilão

Partindo desse princípio, podemos repensar a maneira que o plástico tem sido visto mundialmente. Sabemos que diversas matérias e iniciativas de mercado transferiram a existência do plástico a um patamar de vilão.

No entanto, a quem chamamos de vilão? O plástico, como matéria prima, ou quem utiliza do seu produto?

Pegamos exemplos primordiais de relações extraordinárias do plástico com os meios sociais. Como por exemplo, as novas tecnologias na saúde que precisam obrigatoriamente do plástico para permanecer atuando com maestria. Ou mesmo, o plástico na construção civil, o extenso trabalho de startups para facilitar os meios para um futuro mais sustentável com o uso da matéria prima, enfim. São tantos exemplos essenciais, que seria impossível acreditar que o grande vilão é o plástico.

O fato é o formato de descarte que cada um desses objetos que atuam nos exemplos citados acima, que por muitas vezes o torna o maior responsável pelos caminhos que o mundo tem seguido. Quando na verdade, a educação deve vir do usuário, tanto quanto a conscientização ambiental.

Aqui vão algumas dicas:

  • Ao visitar a praia, leve sempre um saco plástico ou, como preferir, sacos de papel, sacolas biodegradáveis, e junte seu lixo ali (seja o plástico, o palito de madeira do sorvete, a garrafa de alumínio da sua bebida). Sua iniciativa pode ajudar a inspirar outros visitantes;
  • Ao utilizar de embalagens plásticas ou outros materiais provenientes do plástico, separe-os do lixo comum. Restos de comida devem ser separados de embalagens recicláveis. E se tem dificuldade em saber qual objeto é descartável ou não, acesse esse post e saiba como identificar: A indústria de transformação e a reciclagem de materiais plásticos: tudo o que você precisa saber;
  • Embalagens reutilizáveis são cada vez mais comuns em restaurantes. Ao invés de jogar fora, que tal guardar outros tipos de alimentos ali? Na matéria indicada acima também explicamos como saber se o plástico pode ser reutilizado dentro de casa;
  • Quer tornar o mundo melhor? Que tal levar as suas próprias sacolas plásticas para o mercado? Elas são absolutamente reutilizáveis, além disso, também podem ser descartadas no lixo reciclável!

Como sabemos, o plástico é fundamental para o nosso dia a dia. Bem como, é relevante no formato econômico e, acima de tudo, é sustentável!

Experimente fazer dele um aliado, e assuma novas responsabilidades quanto ao meio ambiente!

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