Plástico-filme que inativa coronavírus é a nova aposta para proteger superfície

Divulgado há menos de um mês no mercado, o novo plástico-filme PVC da Alpes, empresa brasileira de embalagens, contém micropartículas de prata e sílica que inibem a atividade do novo coronavírus. Apenas três minutos após o contato com o PVC, 79,9% dos vírus são inativados e essa percentagem sobe para 99,9% após 15 minutos.

A tecnologia foi desenvolvida e licenciada pela Nanox, apoiada pelo programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), e testada no laboratório de biossegurança de nível três do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).

Para empresas e consumidores finais, o AlpFilm Protect, assim chamado, já está disponível em território nacional nas gôndolas e também pelo e-commerce da Alpes, em rolos que variam de 15 a 100 metros de comprimento.

“De acordo com Gustavo Solimões, CEO da Nanox, o principal objetivo do AlpFilm é reduzir a contaminação cruzada, isto é, a chance de pessoas se contaminarem por entrarem em contato com objetos que foram contaminados por terceiros. “A partir dessa ideia, temos visto consumidores usando o PVC para os mais diversos motivos, em usos que nem tínhamos imaginado no início”, diz.

No setor de bares e restaurantes, em suas utilizações mais genéricas, o produto serve para cobrir mesas e balcões, assim como máquinas de pagamento e menus físicos, como explica a diretora de Comércio Exterior e Marketing da Alpes, Alessandra Zambaldi. Usos mais específicos incluem a proteção de pegadores e demais utensílios em buffets e em estabelecimentos com manobristas, a partir do revestimento de volantes e câmbios dos carros dos clientes.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions sobre o mercado. Para continuar lendo, visite o site Gazeta do Povo com a matéria completa.